Preparados para o risco_Para revisão técnica_Parte 2 - Guido Percu's Notes
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Preparados para o risco_Para revisão técnica_Parte 2

📅 May 21, 2026 📁 books 🌱

Preparados para o risco_Para revisão técnica_Parte 2

Kindle Highlights

seu livor

  1. Lazeres

menos é mais

em cada cem100

valor em risco,

com as anáguas.

20 Uears is the

Débito/Capital.

“valor em risco”.

“líder de perdas”.

capital custa caro

de um objeto pronto,

muitos falsos alarmes.

bem à crise do crédito

a um único bom motivo:

empréstimo mais duras.

dilema viés-variância.

raspa do tacho é sempre

pastor dissidente inglês

isso nunca teria notado.

Um professor de educação

proporção de ganho-risco

Para o comércio de cds, o

método da variância média

analfabetos em matemática

variância média e modelos

programadores do microchip

síndrome vestibular aguda,

Essa é a etiqueta de preço

síndrome vestibular aguda.

www.financialeducation.org

chamada regressão múltipla.

A razão de alavancagem é em

teoria do portfólio, provou

“libertário” de paternalismo

com um histórico fantástico.

árvores rápidas e frugais.24

portfólio da variância média.

o início da crise do subprime.

elevada a razão de alavancagem

portfólio da variância média e

enquanto ignora as evidências,

com precisão os risco de preço,

ser resgatado com antecedência.

truque comum, a linguagem dupla,

Mensalmente, são trinta dólares.

Siga a pecking order das nações:

dez fundos industriais americanos.

Médicos e pacientes que compreende

http://understandinguncertainty.org

previsão do valor futuro das ações.

meu banco digital enviou a seguinte

mensais aos juros, não ao princípio.

Os cálculos de valores em risco aqui

Isso exige que pensemos com sua cabeça.

Conferência de Investimentos Morningstar

restringidos pelas razões de alavancagem

quantos homens a deixaríamos impotentes,

se deixar lograr pela pura aleatoriedade.

Outro missivista com cromossomo Y comentou:

grandes bancos tomam emprestado mais de 97%.

determinassem a “volatilidade” de certa ação.

portfólio de variância média, calcular compensa.

que saudara a maior liberdade de regulamentações

Não utilize razões de alavancagem acima de 10:1.

reflexo é primeiro procurar as soluções complexas

compra dez casas com desconto de 10 mil em cada uma

redução do risco absoluto é de suas em mil, ou 0,2%.

individuais pode otimizar substancialmente a proporção

seis capitais de risco em startups de tecnologia revelou

as razões de alavancagem estavam em níveis astronômicos.

não é um bayesiano conservadro: ele nada tem de bayesiano”

com suas contas estratosféricas de celular e dívidas no cartão,

E, quanto ao resgate, a única coisa a perguntar são as tarifas.

em sua carta de diretor para os acionistas da Berkshire Hathaway

“Um dólar em capital é um dólar a menos circulando na economia”.

Um terço em ações, um terço em títulos públicos, um terço em imóveis

A tendência a preferir uma opinião segura a outra menos com menor grau de

É uma boa regra do polegar? Em um estudo, foi comparada à variância média

fundo tiaa/ cref e dividiu o dinheiro igualmente entre ações e obrigações.

traduzido diretamente do original e varia da tradução de Luchins e Luchins.

Em suma: uma “sociedade de risco” exige uma sociedade “alfabetizada em risco”.

Um objeto (ou situação) pronto foi perigoso em algum momento na história humana,

Em um mundo de riscos desconhecidos, porém, não é possível calcular esse melhor.

Mas esse argumento não é correto: vieses cognitivos não subentendem paternalismo

Na esteira de um tumulto financeiro que nem especialistas conseguem prever, regras

fazer pagamentos em dinheiro para seus acionistas e obrigá-los a reter os depósitos

Como vimos, gerentes de banco são orientados a vender opções de investimentos, seguros de

em ações e obrigações, respectivamente, o que é a base dos juros que pagam além do prêmio.

É fundamental você mesmo pensar no que fazer com seu dinheiro. Como vimos, gerentes de banco

da assistência que a esposa vai receber nos próximos três anos porque a Emory cuida do marido

É tão rara que apenas cerca de cinquenta pessoas, na maioria idosos, morre por essa anualmente

Obrigado a fazer visitas e a receber, mas terrível perda de tempo. Meu Deus, é intolerável pensar

Os bancos também precisam ser impedidos de acomodar o balanço patrimonial para simular uma alavancagem baixa.

Uma visão diferente é perguntar: existe um conjunto de regras simples que pode resolver esse problema complexo?

Uma dessas regras envolve a alavancagem; ou seja, a razão entre os ativos, ou o passivo, de um banco e seu capital.

poderia desmascarado o jogo psicológico de Monty e deixado o participante com o dinheiro — e o carro, ainda por cima.

como credit default swaps já causaram crises financeiras. Em 2003, Warren Buffett definiu tais produtos de “armas de destruição em massa”.

A doença da vaca louca ilustra como o medo pode levar governos inteiros a combater perigos que matam apenas alguns, mas não os que matam todos os anos.

financeira, mas pode nos poupar de muitos prejuízos. Os bancos também precisam ser impedidos de acomodar o balanço patrimonial para simular uma alavancagem

O imc é uma medida aproximada para saber se a pessoa é pesada demais para gozar de boa saúde. É o peso de uma pessoa dividido pelo quadrado de sua altura vezes 703.

Ao contrário do que muitos já ouviram dizer, não há evidência de que a detecção precoce e o tratamento subsequente para o câncer de próstata prolonguem ou salvem vidas.

resultado possível. Isso só pode acontecer se o competidor fizer a troca. Por isso, a regra recomenda que fiquemos com o dinheiro e continuemos na porta 1. É chamada de “minimax”

O programa de tv Let’s Make a Deal [Façamos um trato] foi ao ar na nbc pela primeira vez em 1963. Um dos destaques era o “Grande Negócio do Dia”, em que o apresentador, Monty Hall,

Na verdade, a era digital transformou o modo como lidamos com o dinheiro, utilizando computadores hipervelozes para antecipar movimentações na taxas de câmbio e no mercado de ações e empregando uma tecnologia financeira sofisticada que a maioria dos mortais não compreende.

Essa regra pautou as decisões de Marcelo Odebrecht, que atendeu a um pedido do prefeito do Rio de Janeiro para terminar as instalações dos Jogos Pan-Americanos de 2007 depois que a construtora anterior não foi capaz de entregar o serviço. A decisão de aceitar um negócio tão arriscado se baseou em seu conhecimento da dinâmica local e permitiu ao empresário tomar a decisão final. O contrato foi cumprido com sucesso e elevou a reputação da empresa, na época.

O exame de psa pode ser útil para fins diagnósticos, como o pós-cirúrgico, mas, como medida preventiva, é inútil. Como não há prova de que salve vidas e existe forte evidência de que seja prejudicial para alguns, o Instituto Nacional do Câncer recomenda que homens assintomáticos não se submetam a exames rotineiros, e em seu website (<www.cancer.gov>) afirma que os homens deveriam considerar os benefícios e prejuízos antes de tomar uma decisão. Da mesma forma, a Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos adverte contra exames rotineiros de psa e toque retal.

No início de sua carreira, Warren Buffett cometeu sua “trapalhada de 200 bilhões de dólares”. Ele percebeu que uma indústria têxtil, a Berkshire Hathaway, vendeu uma de suas fábricas e usou o dinheiro para recomprar as ações, o que levou a uma valorização. Quando o processo se repetiu, Buffett comprou grande quantidade de ações da companhia pouco antes de venderem outra tecelagem. Ele entrou num acordo com o diretor executivo Seabury Stanton para negociar suas ações a 11,50 dólares e obter um pequeno lucro de curto prazo. Então chegou uma carta do ceo, oferecendo comprar as ações de Buffett não pela quantia combinada, mas por 12,5 centavos a menos. Sentindo-se traído, Buffett passou a comprar as ações da Hathaway até ganhar o controle majoritário, e em seguida despediu Stanton. Buffett conseguiu sua vingança, mas com um péssimo negócio que, segundo seus cálculos, lhe custou cerca de 200 bilhões de dólares em oportunidades perdidas. A experiência pode ser uma professora cruel no aprendizado das regras do polegar corretas.

Acesso livre à Biblioteca Cochrane. A Biblioteca Cochrane (<www.thecochranelibrary.com>) é um dos melhores recursos para os resultados de pesquisa médica. O site não tem fins lucrativos e resume o que se sabe sobre o tratamento de milhares de enfermidades. Cidadãos de muitos países, como Austrália, Irlanda, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido, têm livre acesso à biblioteca online, patrocinada por suas organizações de saúde ou governos. Quem vive nos Estados Unidos, no Canadá e na Alemanha, não; a pessoa pode no máximo ler o abstract. Os governantes desses países não estão dispostos a gastar a pequena quantia de aproximadamente um centavo de dólar por cidadão a cada ano. Cidadãos bem informados pelo jeito não são uma prioridade de orçamento. Uma das graves consequências é que muitos médicos no setor privado tampouco têm acesso à informação tão necessária. ● Acesso livre a registros médicos. Em muitos países, o paciente não tem acesso a seu próprio histórico médico. Tradicionalmente, os registros pertencem aos hospitais e médicos. O acesso ao histórico médico deveria ser um direito fundamental numa democracia. Precisamos de uma “revolução da informação” para permitir aos pacientes ver seus históricos médicos. ● Acesso livre a periódicos médicos. Repetidamente presenciamos médicos desconhecerem as evidências científicas relevantes. Um motivo é que muitos não têm acesso livre aos principais periódicos. Não me refiro apenas aos países em desenvolvimento. As empresas que os publicam, como Elsevier e Springer, bloqueiam o acesso a seus periódicos médicos e científicos em geral. Um médico, estudante de medicina ou paciente que queira ler um novo estudo na internet encontra o preço ao lado do abstract. Sem desembolsar de trinta a quarenta dólares por artigo, ou trabalhar em alguma instituição que pague as exorbitantes mensalidades, a pessoa não tem acesso. Há um movimento entre cientistas e universidades para boicotar as editoras que impedem que a informação científica seja distribuída. Afinal, os autores desses artigos, os pares que os revisam e os editores do texto em geral não são remunerados, e a pesquisa publicada na maioria dos casos foi bancada com dinheiro público. Na era digital, editoras de periódicos científicos pouco contribuem, mas detêm os direitos sobre o material, e cobram preços de assinatura exorbitantes das bibliotecas. Elas tampouco permitem aos autores divulgar sua pesquisa rapidamente postando-a em seus websites. Esse sistema precisa acabar, e o copyright precisa ir para editoras, organizações científicas ou outras instituições que queiram disseminar as evidências disponíveis, não fazer uma fortuna às custas do dinheiro público. Além desses serviços, que continuam inacessíveis para a maioria, há outros que são abertos, mas pouco conhecidos. As fontes de informação confiável em inglês incluem: ● U.S. Preventive Services Task Force (<www.ahrq.gov/CLINIC/uspstfix.htm>). ● Agency for Healthcare Research and Quality (<www.ahrq.gov>). ● Dartmouth Atlas of Health Care, que mostra a variabilidade absurda com que os médicos tratam os pacientes (<www.dartmouthatlas.org>). ● Bandolier Oxford (<www.medicine.ox.ac.uk/bandolier>). ● Foundation for Informed Medical Decision Making (<www.informed medicaldecisions.org>). ● Harding Center for Risk Literacy, Max Planck Institute for Human Development (<www.harding-center.com>). ● Um grupo de jornalismo vigilante que classifica o que presta ou que não presta na cobertura da mídia (<www.healthnewsreview.org>).