How Countries Go Broke Parte II copi Ilana para revisor técnico
Kindle Highlights
FX
IED
fácil
arrochar
arrocho.
falência:
excessivo
atrelada),
na moeda),
tenho lido
estressadas.
(backstops).
ativos fortes
capital/câmbio
tipos de caso:
vão à falência.
monetizando-o),
sobre os países
contas correntes
BAIXAS DE DÍVIDA
ativos da dívida
baixa substancial
tentativas fracas
arrocho monetário
serviços de débito
valores de retorno
Queda na cobertura
despesas de dívida
pelo livre mercado,
crise de liquidação
títulos corporativos
(EXCESSO CUMULATIVO,
modelo do caso típico
tomadores estressados
criando muitas saídas
devedores estressados,
balanço de pagamentos.
prêmios de maior risco
corrida contra a moeda
venda líquida da dívida
alto patrimônio líquido,
demanda do livre mercado
demanda de livre mercado
parcerias fortes do topo,
ativos baseados em dívida
investidores inteligentes
atrelar a moeda a uma moeda
ativos e passivos de dívida
patrimônio líquido negativo.
montante emprestado (principal,
de flexibilização quantitativa,
irritam o sentimento populista,
Reavaliar/gerir ativos públicos;
manutenção de ações estrangeiras
coletivismo fraco e desorganizado.
taxa de câmbio variável fiduciária.
que depois sofrem as consequências.
ouro se recupera em 42% no caso mediano)
financiamento monetário informal (backdoor)
valor do serviço da dívida não é suficiente
todos os grandes e importantes acontecimentos
(o ouro se recupera mais 51% no caso mediano).
Usar garantias de dívida em vez de gastos diretos
aumento da inflação do crescimento real decorrente
um indicador principal de problemas a curto prazo.
O dinheiro impresso deixou de ser atrelado à moeda,
do que pode pagar — muitas vezes por causa da venda
decadência fraca que acaba perdendo para uma forte barbárie.
(por exemplo, a Lei Bancária de Emergência de 1933 e o backstop
6% do poder de compra doméstico (diante da inflação média de 1%).
1720, com o começo do declínio do Império Holandês, a Railway Mania
(não tão diferente do dinheiro que você ou eu mantemos em um banco).
venda mecânica da moeda e da dívida. Quando precisa de financiamento,
eles têm. As reservas são uma das principais formas de poupança líquida
(créditos sobre o governo ou finanças). Isso contribui para corrida contra
A ação do mercado de vigilantes de títulos emerge e se torna autorreforçante.
dívida, gastos e poupança acabarão por voltar ao normal. Como isso acontecerá depende,
grandes perdas em termos reais, o que aliviou muitos dos encargos da dívida dos devedores.
pagamento do serviço da dívida pública como porcentagem das receitas governamentais acelera a crise.
acabem em falência. Esses casos poderiam muito bem ser problemas de balanço patrimonial do setor público.
grande e crescente estoque de dívida como resultado de gastos crônicos com déficit. Em geral, vê-se uma parcela
Sobretudo quando o pagamento do serviço da dívida se torna uma porcentagem muito alta da renda (por exemplo, 100%),
entrega de ativos de dívida (sem qualquer valor intrínseco — ou seja, seu único valor é comprar coisas) aos bancos para obter dinheiro real,
taxas de longo prazo (rendimentos de títulos) subirem mais rápido que as taxas de curto prazo e ao mesmo tempo haver o enfraquecimento da moeda.
vê-se uma parcela crescente dos gastos indo para o consumo/o sistema de proteção social e uma parcela cada vez menor para investimentos que aumentam a produtividade,
Depois que os governos descumprem com sua promessa ao não voltar a ter uma moeda forte, eles têm o que é chamado de “sistema monetário fiduciário”. Nesses casos, o valor da moeda é baseado na fé e nos incentivos que os bancos centrais fornecem. A mudança mais recente da maioria das moedas que deixaram de ser fortes e passaram a ser fiduciárias começou em 15 de agosto de 1971. Eu me lembro bem porque, na época, trabalhava no pregão da Bolsa de Valores de Nova York e fiquei surpreso com aquilo; então, fui estudar história e descobri que a exata mesma coisa tinha acontecido em abril de 1933 e aprendi como aquilo funcionava. Nos sistemas monetários fiduciários, os bancos