How Countries Go Broke Parte I cap 3 COPIJulianaOliveira para revisor
Kindle Highlights
emmédia,
composição
===tabela===
alta inflação
rápido da renda
projeção da base
limites da dívida.
inflação da renda,
patrimônio líquido,
venda de ativos de dívida
medidas fiscais expiradas
valor da moeda à vista (spot).
(criando novas reservas/caixa)
o que resulta no endividamento.
Essa diferença de cerca de -0,4%, o
nível esperado de taxas de juros nominais
a constante relação dívida/renda. Apresento
do que a renda, pois as dívidas existentes passam a compor
Taxa de juros atual (média de 3 Meses e 10 Anos) 4,5%
dívida caso os níveis de endividamento sejam refinanciados.
serviço da dívida crescerão rapidamente em relação à poupança,
cerca de 120% nos próximos dez anos, subindo de 580% para 700%.
dívida aumentem ou até mesmo diminuí-los em relação à inflação e
Além disso, o dinheiro impresso pode ser diretamente retirado da moeda,
Como observado anteriormente, as projeções do CBO usam a lei estabelecida,
nos títulos de longo prazo, a taxa de juros é fixada no momento da emissão.
tomadores-devedores, sem torná-las altas demais para os emprestadores-credores.
aumentam para o mesmo nível de dívidas. 3. Taxas de juros nominais em relação
4. Dívidas e serviço da dívida em relação à reserva (por exemplo, poupanças):
Exemplo 3: As taxas de juros aumentam para manter os compradores com ativos da dívida Neste exemplo, considero um governo
Atualmente, essa dívida do governo norte-americano em relação à receita corrente (oriunda de impostos) gira em torno de 580%
os bancos centrais terão que aumentar as taxas de juros reais, o que tornará os ativos da dívida menos atraentes para os emprestadores-credores.
Dívida Futura / Receita Futura (Despesas futuras excluindo juros - receita futura) + dívida atual * (1 + taxa de juros) / Receita atual * (1 + taxa de crescimento)
Taxa de juros necessária para manter a dívida estável = Taxa de crescimento da receita - (despesas futuras excluindo juros - receita futura) / nível inicial da dívida
1. Dívidas futuras em relação à receita futura. Para estimar: Dívida futura / Receita futura (Despesas futuras excluindo juros - receita futura) + dívida atual * (1 + taxa de juros) / Receita atual * (1 + taxa de crescimento)
equilíbrio de: 1) dívidas em relação à renda; 2) serviço de dívida em relação à renda; 3) taxas de juros nominais em relação às taxas de inflação (ou seja, taxas de juros reais) e taxas de crescimento nominais e; 4) dívidas e serviço da dívida em relação à poupança.
Observe que analiso a relação da dívida sobre a receita, em vez da dívida sobre o PIB. Isso porque o PIB não importa para as finanças do governo — ou, nesse caso, de qualquer entidade — a menos que seja de fato utilizado, já que o que realmente importa são os fluxos de caixa.
Dívida futura / Poupança futura = (Despesas atuais excluindo juros - receita atual) + dívida atual * (1 + taxa de juros) / poupança atual + poupança esperada Serviço de dívida futura / poupança futura = (custos de juros futuros + pagamentos principais futuros) / poupança atual + poupança esperada
Antes, previ que, com as dívidas e os déficits atuais, o endividamento dos Estados Unidos aumentaria de 580% para 700% da renda. Se eu também incorporasse as taxas de juros projetadas em relação ao crescimento nominal, esperaria que o endividamento dos Estados Unidos subisse para 650% da renda. Você entendeu
2. Serviço de dívida futuro em relação à renda futura. Para estimar: Serviço de dívida futuro / receita futura = (custos de juros futuros + pagamentos principais futuros) / receita atual * (1 + taxa de crescimento) Custos de juros futuros = nível futuro da dívida * taxa de juros efetivos médios na dívida Pagamentos principais futuros = nível futuro da dívida * proporção de dívidas com vencimento próximo
A redução das taxas de juros eleva o câmbio futuro — por exemplo, um aumento no rendimento do título de 10 anos livre de risco de um país, em relação ao de outro país, tende a elevar a cotação do câmbio futuro de 10 anos — assim, para que o valor da moeda permaneça constante aos olhos dos investidores, a moeda à vista precisaria se desvalorizar o equivalente ao valor atual das diferenças entre as taxas de juros de 10 anos, para manter o câmbio futuro estável.
Essa relação também é com frequência representada da seguinte maneira, em que g se refere à taxa de crescimento da renda, i refere-se à taxa de juros e t é o tempo ou o ano em questão. Renda / Dívida t - Renda / Dívida t-1 = (it-gt) Dívida / Renda -1 + (déficit primário) / Renda t Uma implicação disso é que, para manter as dívidas constantes em relação à renda, os déficits primários como uma parcela da renda devem ser iguais à diferença entre as taxas de crescimento e as taxas de juros multiplicadas pela relação atual de dívida/renda. Déficit primário / renda = (g - i) dívida / renda
Como este governo opera com um déficit primário de 12% (ou seja, antes dos pagamentos de juros), ele arrecada 5,4 trilhões de dólares e gasta 6 trilhões de dólares no ano 1. Como a dívida inicial é equivalente a 580% da receita do governo e os juros estão por volta de 3,5%, ele precisa pagar 1 trilhão de dólares em juros. Vamos supor ainda que cerca de 35% da dívida existente vença este ano (o que está alinhado com o perfil de vencimento da dívida dos Estados Unidos, que é anual) e precise ser refinanciada — então, 10,5 trilhões de dólares em dívidas existentes chegarão ao vencimento neste ano e precisarão ser quitadas.
- Austeridade (isto é, reduzir gastos), que não funciona porque o gasto de uma pessoa é a renda de outra, portanto a austeridade gera uma contração deflacionária que se retroalimenta. - Inadimplência/reestruturação da dívida, que reduzem os encargos da dívida e são deflacionárias porque a dívida de uma pessoa são os ativos de outra. - O banco central imprime dinheiro e faz compras de dívidas, o que reduz os encargos da dívida porque fornece recursos para quitá-la, o que é inflacionário. - Transferências de dinheiro e crédito de agentes do mercado privado para o governo por meio de impostos, que são transferidos para outros agentes do mercado privado.