How Countries Go Broke Parte I cap 3 COPIJulianaOliveira para revisor - Guido Percu's Notes
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How Countries Go Broke Parte I cap 3 COPIJulianaOliveira para revisor

📅 May 21, 2026 📁 books 🌱

How Countries Go Broke Parte I cap 3 COPIJulianaOliveira para revisor

Kindle Highlights

emmédia,

composição

===tabela===

alta inflação

rápido da renda

projeção da base

limites da dívida.

inflação da renda,

patrimônio líquido,

venda de ativos de dívida

medidas fiscais expiradas

valor da moeda à vista (spot).

(criando novas reservas/caixa)

o que resulta no endividamento.

Essa diferença de cerca de -0,4%, o

nível esperado de taxas de juros nominais

a constante relação dívida/renda. Apresento

do que a renda, pois as dívidas existentes passam a compor

Taxa de juros atual (média de 3 Meses e 10 Anos)      4,5%

dívida caso os níveis de endividamento sejam refinanciados.

serviço da dívida crescerão rapidamente em relação à poupança,

cerca de 120% nos próximos dez anos, subindo de 580% para 700%.

dívida aumentem ou até mesmo diminuí-los em relação à inflação e

Além disso, o dinheiro impresso pode ser diretamente retirado da moeda,

Como observado anteriormente, as projeções do CBO usam a lei estabelecida,

nos títulos de longo prazo, a taxa de juros é fixada no momento da emissão.

tomadores-devedores, sem torná-las altas demais para os emprestadores-credores.

aumentam para o mesmo nível de dívidas. 3.      Taxas de juros nominais em relação

4.      Dívidas e serviço da dívida em relação à reserva (por exemplo, poupanças):

Exemplo 3: As taxas de juros aumentam para manter os compradores com ativos da dívida   Neste exemplo, considero um governo

Atualmente, essa dívida do governo norte-americano em relação à receita corrente (oriunda de impostos) gira em torno de 580%

os bancos centrais terão que aumentar as taxas de juros reais, o que tornará os ativos da dívida menos atraentes para os emprestadores-credores.

Dívida Futura / Receita Futura (Despesas futuras excluindo juros - receita futura) + dívida atual * (1 + taxa de juros) / Receita atual * (1 + taxa de crescimento)

Taxa de juros necessária para manter a dívida estável = Taxa de crescimento da receita - (despesas futuras excluindo juros - receita futura) / nível inicial da dívida

1.      Dívidas futuras em relação à receita futura. Para estimar:   Dívida futura / Receita futura (Despesas futuras excluindo juros - receita futura) + dívida atual * (1 + taxa de juros) / Receita atual * (1 + taxa de crescimento)

equilíbrio de: 1) dívidas em relação à renda; 2) serviço de dívida em relação à renda; 3) taxas de juros nominais em relação às taxas de inflação (ou seja, taxas de juros reais) e taxas de crescimento nominais e; 4) dívidas e serviço da dívida em relação à poupança.

Observe que analiso a relação da dívida sobre a receita, em vez da dívida sobre o PIB. Isso porque o PIB não importa para as finanças do governo — ou, nesse caso, de qualquer entidade — a menos que seja de fato utilizado, já que o que realmente importa são os fluxos de caixa.

Dívida futura / Poupança futura =   (Despesas atuais excluindo juros - receita atual) + dívida atual * (1 + taxa de juros) / poupança atual + poupança esperada   Serviço de dívida futura / poupança futura = (custos de juros futuros + pagamentos principais futuros) / poupança atual + poupança esperada

Antes, previ que, com as dívidas e os déficits atuais, o endividamento dos Estados Unidos aumentaria de 580% para 700% da renda. Se eu também incorporasse as taxas de juros projetadas em relação ao crescimento nominal, esperaria que o endividamento dos Estados Unidos subisse para 650% da renda. Você entendeu

2.      Serviço de dívida futuro em relação à renda futura. Para estimar:   Serviço de dívida futuro / receita futura = (custos de juros futuros + pagamentos principais futuros) / receita atual * (1 + taxa de crescimento)   Custos de juros futuros = nível futuro da dívida * taxa de juros efetivos médios na dívida   Pagamentos principais futuros = nível futuro da dívida * proporção de dívidas com vencimento próximo

A redução das taxas de juros eleva o câmbio futuro — por exemplo, um aumento no rendimento do título de 10 anos livre de risco de um país, em relação ao de outro país, tende a elevar a cotação do câmbio futuro de 10 anos — assim, para que  o valor da moeda permaneça constante aos olhos dos investidores, a moeda à vista precisaria se desvalorizar o equivalente ao valor atual das diferenças entre as taxas de juros de 10 anos, para manter o câmbio futuro estável.

Essa relação também é com frequência representada da seguinte maneira, em que g se refere à taxa de crescimento da renda, i refere-se à taxa de juros e t é o tempo ou o ano em questão. Renda / Dívida t -      Renda / Dívida t-1 = (it-gt) Dívida / Renda -1 + (déficit primário) / Renda t   Uma implicação disso é que, para manter as dívidas constantes em relação à renda, os déficits primários como uma parcela da renda devem ser iguais à diferença entre as taxas de crescimento e as taxas de juros multiplicadas pela relação atual de dívida/renda. Déficit primário / renda = (g - i) dívida / renda

Como este governo opera com um déficit primário de 12% (ou seja, antes dos pagamentos de juros), ele arrecada 5,4 trilhões de dólares e gasta 6 trilhões de dólares no ano 1. Como a dívida inicial é equivalente a 580% da receita do governo e os juros estão por volta de 3,5%, ele precisa pagar 1 trilhão de dólares em juros. Vamos supor ainda que cerca de 35% da dívida existente vença este ano (o que está alinhado com o perfil de vencimento da dívida dos Estados Unidos, que é anual) e precise ser refinanciada — então, 10,5 trilhões de dólares em dívidas existentes chegarão ao vencimento neste ano e precisarão ser quitadas.

-      Austeridade (isto é, reduzir gastos), que não funciona porque o gasto de uma pessoa é a renda de outra, portanto a austeridade gera uma contração deflacionária que se retroalimenta. -      Inadimplência/reestruturação da dívida, que reduzem os encargos da dívida e são deflacionárias porque a dívida de uma pessoa são os ativos de outra. -      O banco central imprime dinheiro e faz compras de dívidas, o que reduz os encargos da dívida porque fornece recursos para quitá-la, o que é inflacionário. -      Transferências de dinheiro e crédito de agentes do mercado privado para o governo por meio de impostos, que são transferidos para outros agentes do mercado privado.