How Countries Go Broke - parte 1
Kindle Highlights
harmonia
três anos),
papel- moeda
dívida/moeda
vastos ativos
com as rendas
venda líquida
Bolha da Dívida
risco de dívidas
ativos líquidos.
empresa unicórnio
passivos de dívida
receita e poupança
líquidos da dívida
mercados de dívida
“disponibilidades”,
montante principal)
requisitos de capital
os problemas de dívida
soberanos de riqueza),
investidores da dívida.
participações em opções
índices de dívida/renda.
demanda de livre mercado
formulador de políticas,
manter os ativos da dívida
“disponibilidade de caixa”,
“maravilhosa desalavancagem,
“maravilhosa desalavancagem”,
Esses memes costumam se dever
afrouxar a política monetária)
taxa de cerca de 50% em um ano.
taxa de juros/oferta de moeda),
serviços e serviços financeiros.
valor presente de seus fluxos de
economia de empréstimos e gastos,
(ou seja, baixa e reestruturação)
ter um patrimônio líquido negativo
países que afetam as ordens políticas
acadêmicas para economistas acadêmicos.
capitalistas de risco buscam especulação,
interessar pela taxa de juros livre de risco.
default ou sejam reestruturadas e/ou monetizadas.
serão valorizados (em vez de apostar na sua queda),
estágio inicial do ciclo de endividamento, os índices
índices da dívida e as dívidas privadas e governamentais
taxas de juros estão baixas em relação às taxas de inflação
seja porque não há aperto monetário para combater a inflação,
os rendimentos das ações foram de aproximadamente 4x os rendimentos
pelas já descritas facilidade de acesso e pela economia de empréstimos
desde 2013, e perdas de 60% em relação à manutenção da reserva em ouro desde 2013. Nos
são inevitáveis. Ao longo da história, só foram evitadas por alguns poucos países muito disciplinados.
dívidas. Isso dificulta o serviço da dívida, o que aumenta seu risco e, por sua vez, provoca aumento nas taxas de juros.
envolver espasmos de ajuste dolorosos, porque uma solidez financeira limítrofe vem antes de uma solidez financeira segura.
taxas de crescimento da dívida e do serviço da dívida para financiar a especulação que são maiores do que as taxas de crescimento de renda necessárias para pagar as dívidas.
Essa explicação das fases difere um pouco de como as descrevi em meus livros anteriores. A principal diferença é o acréscimo de uma designação para sistemas de moeda lastreados (moeda forte), que eu antes agrupava com os sistemas fiduciários controlados pelas mudanças nas taxas de juros.
Related Notes
- How Countries Go Broke Parte II copi Ilana para revisor técnico
- How Countries Go Broke Parte III cap 9 e 10 COPI final-para rev tecnica
- How Countries Go Broke Parte I cap 3 COPIJulianaOliveira para revisor
- How Countries Go Broke Parte IV COPI-para rev tecnica
- How Countries Go Broke Parte I cap2 copi Rayssa Galvão para revisor