Flash Boys: Revolta em Wall Street
Kindle Highlights
leilão reverso holandês
Um de seus livros favoritos se chamava Complexity, de M. Mitchell Waldrop.
quanto mais uma empresa produtiva precisa pagar pelo capital, menos produtiva ela será.
Toda injustiça sistêmica do mercado nascia de alguma brecha numa regulamentação criada para corrigir alguma injustiça anterior. “Para
Primeiro, não havia nada de novo no comportamento que estavam combatendo: os mercados financeiros americanos sempre tinham sido corruptos ou propensos à corrupção.
Quando se parava para pensar, era espantosa a agressividade com que o capitalismo protegia seus intermediários financeiros, mesmo quando eram totalmente desnecessários
Então veio o chamado flash crash, a queda fulminante. Em 6 de maio de 2010, às 2h45, por nenhuma razão evidente, o mercado caiu seiscentos pontos em questão de minutos.
O artigo que mais gostava de indicar aos outros era “How Complex Systems Fail” [Como sistemas complexos falham], um resumo de dezoito pontos numerados de Richard I. Cook,
“As pessoas acham que o complexo é um estado avançado do complicado”, disse Zoran. “Não, não é. Uma chave de carro é simples. Um carro é complicado. Um carro no trânsito é complexo.”
a melhor maneira de gerenciar as pessoas era convencê-las de que você seria bom para a carreira delas. E, além disso, pensava que a única maneira de fazê-las acreditar que você era bom para a carreira delas era ser realmente bom para a carreira delas.
Zoran fez circular um post de blog intitulado “Um conto sobre o erro humano”. A moral da história era que quando sistemas complexos quebram nunca é culpa de apenas uma pessoa. O post relatava alguma catástrofe informática e concluía: “(…) vocês vão notar que não foi apenas uma coisinha que provocou. Não foi o desenvolvedor que, por acaso, apagou a tabela errada. Foram várias causas que se acumularam e geraram um grande impacto, sendo todas elas, muito provavelmente, questões organizacionais maiores do que um problema com o indivíduo.”