Como evitar preocupações e começar a viver
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Salmo 68 emolduradas
Como meus pais venceram as preocupações
Enumere suas bênçãos, não seus problemas!
Todo dia é uma nova vida para um homem sábio.
O homem é aquilo que ele pensa, de James Allen,
Mary Baker Eddy – a fundadora da Ciência Cristã.
“Serei sempre grata por uma frase inspiradora que li naquele artigo.
Que lucro terá ele se conquistar tudo que almeja mas perder a saúde?
Este é o dia que o Senhor fez; Regozijemo-nos e sejamos felizes nele.
Para evitar preocupações e cansaço, realize seu trabalho com entusiasmo.
“O segredo de ser miserável é ter tempo livre para se preocupar se você é feliz ou não.”
devemos aceitar o inevitável e colaborar com ele. “É assim. Não pode ser de outra maneira.”
‘Dois homens olharam através das barras da prisão. Um viu a lama, o outro viu as estrelas.’”
Eu estava triste porque não tinha sapatos, Até que, na rua, encontrei um homem que não tinha pés.
A mente é seu próprio lugar, e nela própria Pode fazer do paraíso um Inferno, do inferno um Paraíso.
“Se meu crítico conhecesse todas as minhas outras falhas, teria me criticado muito mais severamente.”
Mantenha-se ocupado. A pessoa preocupada deve se perder em atividades para não se perder no desespero.
Lembre-se de que críticas injustas muitas vezes são elogios disfarçados. Ninguém chuta cachorro morto.
“Aqueles que mantêm a paz interior em meio ao tumulto da cidade moderna são imunes a doenças nervosas.”
Aja da melhor maneira que puder. Depois, abra seu guarda-chuva e evite que a saraivada de críticas o atinja.
O Pai-Nosso nos ensina a pedir somente o pão de hoje. O pão de hoje é o único tipo de pão que você pode comer.
“Portanto, não pensem no amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal.”
“O custo de algo é a quantidade do que chamo de vida, que deve ser trocada por esse algo imediatamente ou a longo prazo.”
Qual é o problema? Qual é a CAUSA do problema? Quais são as possíveis soluções para o problema? Qual solução você sugere?
Minha tendência é adiar viver no presente para me preocupar com o futuro, ou cobiçar algum “jardim de rosas mágico além do horizonte”?
Para cada mal sob o sol Existe um remédio, ou não existe nenhum; Caso exista um, tente encontrá-lo; Caso não exista nenhum, deixe para lá.
Não se deixe irritar por coisas insignificantes que você deveria desprezar e esquecer. Lembre-se: “A vida é curta demais para ser pequena.”
“Um pouco de filosofia inclina a mente do homem para o ateísmo, mas aprofundar-se na filosofia direciona a mente dos homens para a religião.”
Muitas vezes, críticas injustas são elogios disfarçados. Significam que você despertou inveja e ciúmes. Lembre-se: ninguém chuta cachorro morto.
Pois eu vivi; elas apenas existiram. Bebi da vida até o último gole; elas apenas bebericaram a superfície. Sei de coisas que elas nunca saberão.
Elbert Hubbard disse: “Todo homem é um grande idiota por pelo menos cinco minutos todo dia. A sabedoria consiste em não ultrapassar esse limite.”
Pergunte a si mesmo: “O que de pior pode acontecer?” Prepare-se para aceitar o pior, se for preciso. Então trabalhe calmamente para melhorar o pior.
“Há duas coisas a se almejar na vida: primeiro, conseguir o que se quer; depois, desfrutar disso. Somente os homens mais sábios conquistam a segunda.”
Até Montaigne, o grande filósofo francês, cometeu esse erro. Ele disse: “Minha vida foi cheia de desgraças terríveis, a maioria das quais nunca ocorreu.”
“Um homem descobrirá que, ao alterar seus pensamentos em relação às coisas e às outras pessoas, as coisas e as outras pessoas se alterarão em relação a ele.
Mantenha um registro das tolices que comete. Como não é possível atingir a perfeição, faça como E. H. Little: peça críticas imparciais, úteis e construtivas.
“Só existe um caminho para a felicidade”, ensinava Epiteto aos romanos, “que é parar de se preocupar com situações que estão além do poder da nossa vontade.”
Feliz é o homem, e somente ele é feliz, Aquele que pode chamar o hoje de seu: Aquele que, seguro interiormente, pode dizer: “Amanhã, seja o pior possível, pois vivi hoje.”
“Portanto”, explica ele, “o caminho voluntário soberano para a alegria, se sua alegria se perdeu, é sentar-se alegremente e agir e falar como se a alegria já estivesse presente.”
“Nossa vida é o que nossos pensamentos fazem dela.” Essas palavras são tão verdadeiras hoje quanto eram quando o imperador romano Marco Aurélio as escreveu, em seu livro Meditações.
Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária Para aceitar as coisas que não posso modificar, Coragem para modificar aquelas que posso e Sabedoria para conhecer a diferença entre elas.
Deveríamos sentir vergonha de nós mesmos. Todos os dias da nossa vida temos diante de nós um mundo mágico repleto de beleza, mas estamos cegos demais para ver, saciados demais para desfrutar.
O grande filósofo que governou o Império Romano, Marco Aurélio, resumiu essa ideia em nove palavras – nove palavras que podem determinar o seu destino: “Nossa vida é o que nossos pensamentos fazem dela.”
Anos depois, meu pai me disse que só não saltou naquele dia graças à crença profunda, duradoura e feliz da minha mãe de que, se amássemos Deus e seguíssemos Seus mandamentos, tudo acabaria bem. Minha mãe estava certa.
Começou a ler e desenvolveu o gosto por boa literatura. Em 14 anos, leu pelo menos 1.400 livros; aqueles livros abriram novos horizontes para ele e tornaram sua vida mais rica do que ele jamais imaginara que fosse possível.
Quando Montaigne, o ilustre filósofo francês, foi eleito prefeito de sua cidade natal – Bordeaux –, ele disse a seus conterrâneos: “Estou disposto a tomar seus problemas nas minhas mãos, mas não no meu fígado e nos meus pulmões.”
rapidamente. Acho que o melhor antídoto para preocupações é o exercício. Use mais os músculos e menos o cérebro quando estiver preocupado e ficará surpreso com o resultado. Funciona para mim – a preocupação se vai quando o exercício começa.
Na guerra ou na paz, a principal diferença entre bons e maus modos de pensar é a seguinte: o bom modo de pensar lida com causas e efeitos e leva a um planejamento lógico e construtivo; o mau modo de pensar leva quase sempre à tensão e a colapsos nervosos.
“Uma vitória política, um aumento de renda, a recuperação dos seus enfermos, o retorno do amigo ausente ou algum outro evento exterior eleva seu espírito e você pensa que bons dias virão. Não acredite nisso. Jamais poderá ser assim. Nada pode lhe trazer paz exceto você mesmo.”
Você deve se lembrar do que a Rainha Branca disse para Alice: “A regra é esta: geleia amanhã e geleia ontem, mas nunca geleia hoje.” A maioria de nós vive assim, aflita com a geleia de ontem e preocupada com a de amanhã em vez de passar agora um monte da geleia de hoje no pão.
Sim! É claro que precisa. A verdade é que essas palavras de Jesus não significam hoje o que significavam na época do rei James, quando foram traduzidas. Há trezentos anos, a palavra pensar, com frequência, queria dizer ansiedade. Versões modernas da Bíblia citam Jesus com mais precisão: “Não fique ansioso com o amanhã.”
Por que não ser tão realista quanto Marco Aurélio, um dos homens mais sábios que governaram o Império Romano? Um dia, ele escreveu em seu diário: “Hoje encontrarei pessoas que falam demais – e também pessoas egoístas, egocêntricas, ingratas. Mas não ficarei surpreso ou perturbado, pois não conseguiria imaginar um mundo sem pessoas assim.”
Agora sei que as pessoas não ficam pensando em você ou em mim. Pouco se importam com o que é dito sobre nós. Elas estão pensando em si mesmas – antes do café da manhã, durante o café da manhã e sem parar até depois da meia-noite. Elas ficariam mil vezes mais preocupadas com uma leve dor de cabeça delas do que com a notícia da sua ou da minha morte.
A oração nos ajuda a colocar em palavras exatamente o que está nos perturbando. Vimos no Capítulo 4 que é quase impossível lidar com um problema enquanto ele permanece vago e nebuloso. Rezar, de certa maneira, é muito parecido com anotar nossos problemas no papel. Para pedirmos ajuda para uma dificuldade – até mesmo para Deus –, precisamos exprimi-la em palavras.
A seguradora mais famosa do mundo – a Lloyd’s de Londres – ganhou incontáveis milhões de dólares graças à tendência que todas as pessoas têm a se preocupar com coisas que só acontecem raramente. A Lloyd’s de Londres aposta com as pessoas que os desastres com os quais elas se preocupam jamais acontecerão. Contudo, eles não chamam isso de apostar; chamam de seguro.
Certa vez, perguntei a Eddie Rickenbacker qual foi a maior lição que ele aprendeu depois de 21 dias à deriva no Pacífico com seus companheiros, em botes salva-vidas, perdidos e desesperançados. “A maior lição daquela experiência”, disse ele, “foi esta: se você tiver toda a água potável que quiser beber e toda a comida que quiser comer, nunca deve reclamar de nada.”
Esse truque simples funciona? Experimente. Coloque um sorriso largo e sincero no rosto, jogue os ombros para trás, respire fundo e cante uma canção. Se não souber cantar, assovie. Se não souber assoviar, murmure. Você logo descobrirá do que William James estava falando – que é fisicamente impossível ficar triste quando você age como se estivesse explodindo de felicidade!
Minha assistente testemunhou o grande alívio que uma mulher sentiu ao falar das suas preocupações domésticas. No início, ela parecia uma mola comprimida. Aos poucos, à medida que continuava falando, foi se acalmando. No final da entrevista, já sorria. O que desencadeou a mudança foi conversar com alguém, receber conselhos e um pouco de simpatia humana. Esse é o enorme poder curativo das palavras!
“Se eu tentasse ler, e quiçá responder a todos os ataques contra mim, este estabelecimento provavelmente estaria fechado para qualquer outro negócio. Ajo da melhor maneira que sei – dou o melhor de mim; e pretendo continuar a fazê-lo até o final. Se, ao final, eu me sair bem, então o que foi dito sobre mim não importará. Se, ao final, me sair mal, então 10 anjos jurando que eu estava certo não farão a menor diferença.”
Eu costumava culpar outras pessoas pelos meus problemas, mas, à medida que fui ficando mais velho – e mais sábio, espero –, dei-me conta de que eu próprio, em última análise, sou culpado por quase todos os meus infortúnios. Muitos descobriram isso à medida que envelheceram. “Ninguém exceto eu mesmo”, disse Napoleão em Santa Helena, “pode ser culpado por minha queda. Fui meu maior inimigo, a causa do meu destino terrível.”
Portanto vos digo: não andeis preocupados com a vossa vida, pelo que haveis de comer; nem com o vosso corpo, pelo que haveis de vestir. A vida vale mais do que o sustento e o corpo, mais do que as vestes. Considerai os corvos: eles não semeiam, nem ceifam, nem têm despensa, nem celeiro; entretanto, Deus os sustenta. Quanto mais valeis vós do que eles? […] Buscai antes o Reino de Deus e a sua justiça e todas essas coisas vos serão acrescentadas.
Pensemos em um momento no qual, de tão desencorajados, nos pareça impossível transformar nossos limões em limonada. Aqui estão duas razões para tentar de qualquer jeito, pois teremos tudo a ganhar e nada a perder. Razão 1: podemos ter sucesso. Razão 2: mesmo que não tenhamos sucesso, a mera tentativa de transformar nosso menos em mais nos fará olhar para a frente, e não para trás; ela substituirá os pensamentos negativos por pensamentos positivos;
Em vez de se preocupar com a ingratidão, passe a esperá-la. Jesus ajudou 10 leprosos em um dia – e apenas um agradeceu a Ele. Por que deveríamos esperar mais gratidão do que Jesus recebeu? B. Lembre que a única maneira de encontrar felicidade é não esperar gratidão, mas dar pela simples alegria de dar. C. Não se esqueça de que a gratidão é uma característica “cultivada”; portanto, se quiser que seus filhos sejam gratos, você deve treiná-los para isso.
capturei em armadilhas gambás, visons e guaxinins durante um inverno; vendi a pele desses animais por 4 dólares na primavera e com esses 4 dólares comprei dois porquinhos. Alimentei-os primeiro com lavagem, depois com milho e os vendi por 40 dólares no outono seguinte. Com o dinheiro da venda dos dois porcos, fui para a Central Normal College, que ficava em Danville, Indiana. Eu gastava 1,40 dólar por semana com alimentação e 50 centavos por semana com meu quarto.
Antes de ir para a cama, faça uma lista de tarefas de trabalho para amanhã. O grupo de Boston descobriu que muitas pessoas se sentiam angustiadas pela quantidade de coisas para fazer. Nunca terminavam seu trabalho e sentiam-se perseguidas pelo relógio. Para curar essa sensação de pressa e a preocupação, recomendaram que toda noite elas elaborassem uma agenda para o dia seguinte. O que aconteceu? Mais tarefas cumpridas; muito menos cansaço; uma sensação de orgulho e de realização; e tempo para descansar e se divertir.
quanto mais leio, mais vividamente me dou conta de que o mundo sempre esteve em agonia e a civilização, à beira do abismo. As páginas da história escancaram contos trágicos de guerra, fome, pobreza e peste, e da desumanidade do homem com o próprio homem. Depois de ler sobre história por uma hora, me convenço de que, por piores que sejam as condições de agora, são infinitamente melhores do que as de antes. Isso me permite ver meus problemas atuais pela perspectiva apropriada. Constato que o mundo, como um todo, está melhorando de modo constante.
“Como é estranha nossa breve procissão de vida!”, escreveu Stephen Leacock. “A criança diz: ‘Quando eu for grande.’ Mas o que é isso? A criança grande diz: ‘Quando eu crescer.’ Depois, crescida, ela diz: ‘Quando eu me casar.’ Mas o que significa estar casado, afinal de contas? O pensamento muda para ‘quando eu puder me aposentar’. Então, quando chega a aposentadoria, a pessoa olha para trás, para o caminho que percorreu; um vento frio parece soprar; ela perdeu tudo, tudo se foi. A vida, aprendemos tarde demais, está no viver, no tecido de cada dia e de cada hora.”
Mesmo que um em cada seis dos nossos amigos mais íntimos minta sobre nós, nos ridicularize, trapaceie, nos apunhale pelas costas e nos traia, não nos entreguemos a uma orgia de autocomiseração. Em vez disso, lembremos a nós mesmos que foi exatamente isso que aconteceu com Jesus. Um de Seus 12 amigos mais próximos traiu-o por um suborno que equivaleria a poucos dólares. Outro desses 12 amigos mais íntimos abandonou Jesus abertamente no instante em que Ele teve problemas e negou por três vezes que o conhecia – jurando. Um em cada seis! Isso foi o que aconteceu com Jesus. Por que você e eu deveríamos esperar uma pontuação melhor?
Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância.” Ele denunciava e atacava os formatos cristalizados e os rituais mortos que faziam o papel de religião no Seu tempo. Era um rebelde. Pregava uma nova forma de religião – que ameaçava perturbar o mundo. Por isso foi crucificado. Pregava que a religião deveria existir para o homem – e não o homem para a religião; que o Sabá foi criado para o homem – e não o homem para o Sabá. Ele falava mais de medo do que de pecado. O tipo errado de medo é um pecado – um pecado contra sua saúde, um pecado contra a vida mais rica, mais plena, mais feliz e mais corajosa que Jesus defendia.
Em vez de esperar que nossos inimigos critiquem nosso trabalho, sejamos nosso crítico mais severo. Encontremos e remediemos todas as nossas fraquezas antes que nossos inimigos tenham a oportunidade de dizer uma palavra sequer. Foi isso que Charles Darwin fez. Na verdade, ele passou 15 anos criticando a si mesmo – foi assim: quando concluiu o manuscrito de seu livro imortal, A origem das espécies, Darwin deu-se conta de que a publicação de seu conceito revolucionário sobre a criação abalaria os mundos intelectual e religioso. Portanto, tornou-se seu crítico e passou mais 15 anos conferindo dados, desafiando seu raciocínio e criticando suas conclusões.
Avancei para um novo conceito de religião. Não tenho mais o menor interesse nas diferenças de credo que dividem as Igrejas, mas estou profundamente interessado no que a religião faz por mim, da mesma forma que me interesso pelos efeitos da eletricidade e da boa comida sobre mim. Elas me ajudam a levar uma vida mais rica, mais plena e mais feliz. A religião, porém, faz muito mais. Ela me proporciona valores espirituais. Ela me proporciona, como disse William James, “um novo gosto pela vida, (…) mais vida, uma vida mais ampla, mais rica, mais satisfatória”. Ela me dá fé, esperança e coragem. Elimina tensões, ansiedades, medos e preocupações. Traz propósito e rumo para minha vida. Aumenta enormemente a minha felicidade e me concede saúde abundante. A religião me ajuda a criar para mim mesmo “um oásis de paz em meio às areias turbulentas da vida”.
“Descobri que eu podia suportar a perda da minha visão, da mesma maneira que um homem pode suportar qualquer outra coisa. Se eu perdesse todos os meus cinco sentidos, sei que conseguiria viver dentro da minha mente. Pois é na mente que vemos, e é na mente que vivemos, saibamos disso ou não.” Na esperança de recuperar a visão, Tarkington submeteu-se a mais de 12 cirurgias em um ano. Com anestesia local! E ele protestou? Não; sabia que precisava ser feito. Sabia que era inevitável, de modo que a única maneira de diminuir seu sofrimento era suportar com graça o que viria. Ele recusou um quarto particular no hospital e ficou em uma enfermaria, com outros doentes a quem tentou alegrar. A cada nova cirurgia – plenamente consciente das intervenções em seus olhos – ele tentava se lembrar de quanto era afortunado. “Como é maravilhoso!”, dizia. “Como é maravilhoso
COMO ACABAR COM O HÁBITO DA PREOCUPAÇÃO ANTES QUE ELE ACABE COM VOCÊ REGRA 1 Expulse a preocupação da sua mente mantendo-se ocupado. Ter muitas atividades é uma das melhores terapias que existem para curar a mente tagarela. REGRA 2 Não se preocupe com ninharias. Não permita que coisas pequenas – os meros cupins da vida – arruínem sua felicidade. REGRA 3 Use a lei das médias para banir suas preocupações. Pergunte a si mesmo: “Qual é a probabilidade de isto realmente acontecer?” REGRA 4 Colabore com o inevitável. Se você sabe que está fora do seu poder mudar uma circunstância, diga para si mesmo: “É assim que é; não pode ser de outra maneira.” REGRA 5 Imponha uma ordem stop loss a suas preocupações. Decida exatamente quanto de ansiedade determinada circunstância merece e recuse-se a entregar mais do que isso a ela. REGRA 6 Deixe o passado enterrar seus mortos. Não serre serragem.
A oração nos dá uma sensação de compartilhar nossos fardos, de não estarmos sozinhos. Poucos de nós somos fortes o bastante para suportar nossos fardos mais pesados e nossos problemas mais angustiantes totalmente sozinhos. Às vezes, nossas preocupações são de natureza tão extrema que não podemos discutir sobre elas nem mesmo com nossos parentes ou amigos mais próximos. Portanto, a oração é a resposta. Qualquer psiquiatra nos dirá que, quando sufocamos nossa raiva e estamos tensos e sofrendo espiritualmente, a melhor terapia é contar nossos problemas para alguém. E, quando não podemos contar a mais ninguém, sempre podemos contar a Deus. A oração desencadeia o princípio ativo de fazer. É um primeiro passo na direção da ação. Duvido que qualquer pessoa seja capaz de rezar por alguma realização, dia após dia, sem obter algum benefício – em outras palavras, sem agir para torná-la realidade. O Dr. Alexis Carrel, cientista mundialmente famoso, disse: “A oração é a forma de energia mais poderosa que uma pessoa pode gerar.” Portanto, por que não utilizá-la? Chame-a de Deus ou de Alá ou de Espírito – por que brigar com definições desde que os poderes misteriosos da natureza se encarreguem de nós?
“Durante a depressão, o salário médio do meu marido era de 18 dólares por semana. Muitas vezes, nem isso tínhamos, pois ele não recebia quando ficava doente – o que acontecia com frequência. Ele sofreu vários pequenos acidentes; também teve caxumba, escarlatina e gripes diversas. Perdemos a casinha que tínhamos construído com as próprias mãos. Devíamos 50 dólares na mercearia – e tínhamos cinco filhos para alimentar. Comecei a lavar e a passar para vizinhos. Comprei roupas de segunda mão na loja do Exército da Salvação e as reformei para os meus filhos. Fiquei doente de preocupação. Um dia, o dono da mercearia a quem devíamos 50 dólares acusou meu filho de 11 anos de roubar um lápis. Meu filho chorou ao me contar o que tinha acontecido. Eu sabia que ele era honesto e sensível – e sabia que fora xingado e humilhado na frente de outras pessoas. Foi a gota d’água. Pensei em todo o sofrimento que tínhamos suportado e não conseguia ver a luz no fim do túnel. De tanta preocupação, acho que fiquei temporariamente louca, pois desliguei a máquina de lavar, levei minha filha de 5 anos para o quarto e lacrei as janelas e rachaduras com papéis e trapos. Minha filhinha perguntou: ‘Mamãe, o que você está fazendo?’ E respondi: ‘Vedando a janela para o ar não entrar.’ Então liguei o aquecedor a gás que tínhamos no quarto, mas não o acendi. Enquanto jazia na cama com minha filha ao meu lado, ela disse: ‘Mamãe, isso é engraçado. Acabamos de levantar.’ Mas eu disse: ‘Não se preocupe, vamos só tirar um cochilo.’ Então fechei os olhos e fiquei ouvindo o gás escapar do aquecedor. Jamais me esquecerei daquele cheiro…” De repente, ela ouviu uma música. Mary Cushman tinha esquecido de desligar o rádio na cozinha. Era um antigo hino religioso: Em Jesus amigo temos mais chegado que um irmão. Ele manda que levemos Tudo a Deus em oração. Oh, que paz perdemos sempre, Oh, que dor no coração, Só porque nós não levamos tudo a Deus em oração. Quando ouviu aquele hino, ela percebeu que tinha cometido um erro trágico: tentara lutar batalhas terríveis sozinha. Não tinha entregado tudo a Deus em oração. Levantou-se com um salto, desligou o gás, abriu a porta e as janelas. “Chorei e orei pelo restante daquele dia. Só que não orei pedindo ajuda. Derramei minha alma em gratidão a Deus por todas as bênçãos que Ele me concedera: cinco filhos maravilhosos, todos bem e saudáveis, fortes de corpo e mente. Prometi a Deus que jamais me mostraria tão ingrata novamente. E mantive a promessa. Mesmo depois que perdemos nosso lar e tivemos que nos mudar para uma pequena casa no campo, pela qual pagávamos 5 dólares por mês de aluguel, agradeci a Deus por aquela moradia; agradeci a Ele pelo fato de ter ao menos um teto para nos manter secos e aquecidos. Agradeci honestamente a Deus por nossa situação não ser pior – e acredito que Ele me ouviu, pois, com o tempo, as coisas melhoraram. Não foi da noite para o dia, mas, à medida que a depressão econômica recuava, começamos a ganhar um pouco mais de dinheiro. Consegui um emprego na chapelaria de um grande country clube e também vendia meias-calças nas horas vagas. Para ajudar a pagar a faculdade, um dos meus filhos conseguiu um emprego em uma fazenda, ordenhando 13 vacas de manhã e à noite. Hoje, meus filhos estão crescidos e casados e tenho três netos lindos. E, ao relembrar aquele dia terrível em que liguei o gás, agradeço repetidas vezes a Deus por ter me ‘despertado’ a tempo. Que alegrias eu teria perdido! Quantos anos maravilhosos eu teria abandonado para sempre! Toda vez que escuto alguém dizer que quer pôr fim à própria vida, sinto vontade de gritar: ‘Não faça isso! Não faça isso!’ Os momentos mais sombrios logo passarão – depois, virá o futuro…”