A República Tecnológica - Guido Percu's Notes
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A República Tecnológica

📅 May 21, 2026 📁 books 🌱

A República Tecnológica

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1/2, inverno/primavera 2004,

Ou o que dizer sobre o alcance

mas também mais para assegurar mais

o famoso investidor em private equity,

assim como aos gestores e corretores de fundos hedge

monetizando o declínio dos impérios que outrora construíram.

HOFSTADTER, D. “Gödel, Escher, Bach, and AI”, The Atlantic, 8 jul. 2023.

Porque a equipe teve apenas dois dias para revisar o rascu-nho do código.

teriam obtido um retorno excessivo anual 10,7% maior ou 4,4% a mais por ano

MAZZUCATO, M. The Entrepreneurial State: Debunking Public vs. Private Sector Myths.

longe do foco no consumidor e, como resultado, na mente de muitos, no caminho certo.

por uma única família, na comparação com as empresas nas quais a família é uma das gestoras.

do Silício foi tomado pelo ceticismo em relação ao trabalho do governo e à ambição nacional. Os imponentes experimentos coletivistas

Ulisses e as sereias, de Herbert James Draper (1909) Diversos artistas representaram as sereias como formas femininas de tentação erótica.* 10 * Um historiador da arte comentou que nas representações da Grécia e de Roma antigas, embora as sereias tenham sido concebidas como “aves com rosto de mulher” nas cenas da Odisseia de Homero, na Idade Média elas acabariam sendo “confundidas com as sereias metade peixe, metade mulher”.

Mas sua perspectiva serviu de álibi para que toda uma geração evitasse questões mais delicadas sobre aquilo que constitui uma vida bem vivida, os limites e o que pertence a uma identidade nacional e a busca do ser humano por um sentido.22 O filósofo britânico Roger Scruton criticou Singer por adotar “um utilitarismo vazio” cuja elegância e simplicidade, por mais atraentes que fossem, reduziam a experiência a uma métrica única. Os pioneiros de muitas empresas de ponta do Vale do Silício não seriam imorais, desse ponto de vista; seriam apenas amorais, por não acreditar em estruturas de crenças e visões de mundo grandiosas, em concepções afirmativas daquilo que a vida coletiva pode ou deve ser.

O nome da Palantir se inspira em O senhor dos anéis, de J. R. R. Tolkien, e há quem diga que as referências a Tolkien são uma predileção da “extrema-direita”.31 Essa crítica é simbólica de um erro mais amplo da esquerda, bastante significativo e estratégico. O interesse em arraigar os propósitos de um empreendimento corporativo em um contexto e uma mitologia maiores deveria ser celebrado, e não menosprezado. Precisamos de mais obras em comum, mais histórias compartilhadas, e não menos, mesmo que elas tenham que ser lidas de forma crítica com o passar do tempo.* * Para um exemplo, veja o ensaio de Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury: WILLIAMS, Rowan. “Master of His Universe: The Warnings in JRR Tolkien’s Novels”. New Statesman, 8 ago.